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    <title>Despoluir: Conteúdos</title>
    <link>http://www.cntdespoluir.org.br/Lists/Contedos/AllItems.aspx</link>
    <description>RSS de Conteúdos do Portal Despoluir.</description>
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    <item>
      <title>Etanol é viável como biocombustível mundial?</title>
      <link>http://www.cntdespoluir.org.br/Lists/Contedos/DispForm.aspx?ID=2681</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Conteúdo:</b> <div class=ExternalClassF84C431AE0984B01B77DCCDC3472293E>
<div><font size=2>O Brasil poderá produzir e exportar etanol em larga escala sem que exista um mercado internacional para o biocombustível? É possível confiar nos modelos utilizados para prever as mudanças no uso do solo decorrentes do aumento da produção de cana-de-açúcar? As tecnologias desenvolvidas no Brasil podem ser aplicadas em outros lugares do mundo?</font></div>
<div><br><font size=2>Durante o evento Fronteiras da Ciência, realizado em Itatiba (SP), um grupo de especialistas em biocombustíveis respondeu a essas e muitas outras perguntas feitas por proeminentes cientistas de áreas como geologia, matemática e astrofísica.</font></div>
<div><br><font size=2>Durante o evento encerrado nesta segunda-feira (30), 78 destacados cientistas do Brasil, do Reino Unido e do Chile discutiram importantes questões das fronteiras do conhecimento.</font></div>
<div><br><font size=2><strong>Etanol como commodity</strong></font></div>
<div><br><font size=2>No debate de abertura, a professora Glaucia Mendes de Souza, do Instituto de Química da Universidade de São Paulo (USP), comentou que o etanol ainda não se tornou uma commodity e isso poderá ser um obstáculo para os planos brasileiros de expansão da produção do biocombustível.</font></div>
<div><br><font size=2>&quot;O projeto nacional é aumentar a produção de etanol para que o país se torne o grande fornecedor mundial do biocombustível. Mas, para isso, precisamos ter um mercado internacional de biocombustíveis. Uma das saídas é fazer com que o etanol se torne uma commodity&quot;, disse Glaucia, que é uma das coordenadoras do Programa FAPESP de Pesquisa em Bioenergia (BIOEN).</font></div>
<div><br><font size=2>Segundo ela, análises sugerem que o advento de um mercado internacional não seria vantajoso para o Brasil, pois ao transformar o etanol em commodity o país deixaria de ser competitivo. Mas a pesquisadora afirma que só assim o etanol nacional poderia ganhar o espaço desejado no contexto mundial.</font></div>
<div><br><font size=2>&quot;Sem um mercado internacional, não há regulação e isso gera incertezas. Trata-se de uma questão de segurança energética. Se quisermos propor que o Brasil seja uma fonte de etanol para o mundo, precisamos de um mercado internacional regulado. Transformar o etanol em commodity implica padronização, acesso à bolsa de valores e mercadorias e garantia de oferta&quot;, disse Glaucia.</font></div>
<div><br><font size=2>Além da ausência de um mercado internacional, o principal obstáculo à expansão da produção, segundo Glaucia, é o excesso de barreiras tarifárias. &quot;É preciso também produzir estudos capazes de dirimir qualquer desconfiança internacional relacionada à sustentabilidade do etanol. O mercado também está sendo definido por essa discussão &quot;, afirmou.</font></div>
<div><br><font size=2><strong>Sustentabilidade dos biocombustíveis</strong></font></div>
<div><br><font size=2>As questões de sustentabilidade estão sendo debatidas no âmbito internacional para definir quais biocombustíveis irão efetivamente diminuir a emissão dos gases de efeito estufa. Os Estados Unidos, por meio da Environmental Protection Agency (EPA) já definiu o etanol brasileiro como biocombustível avançado. Essa iniciativa foi um importante passo para o Brasil.</font></div>
<div><br><font size=2>&quot;Agora, a Europa está debatendo publicamente uma nova legislação sobre biocombustíveis. O continente decidirá se, ao avaliar a sustentabilidade, levará em consideração as mudanças no uso da terra. Isso poderá gerar barreiras, pois é muito difícil medir essas mudanças, especialmente em relação aos seus efeitos indiretos&quot;, afirmou.</font></div>
<div><br><font size=2>A questão da confiabilidade dos modelos utilizados para medir os efeitos indiretos das mudanças de uso do solo foi levantada, durante o evento, por cientistas de outras áreas. Segundo Glaucia, de fato ainda há grandes limitações, que demandam grandes esforços de pesquisa.</font></div>
<div><br><font size=2>&quot;Não há conhecimento suficiente em muitos dos parâmetros usados para medir os efeitos indiretos. Os modelos que existem são ainda especulativos. Trata-se de uma área nova do conhecimento e a ciência ainda não está madura nesse campo. Temos um longo caminho de estudos pela frente&quot;, disse.</font></div>
<div><br><font size=2>No estágio atual, com poucos dados para servir de parâmetros aos modelos, a maior parte deles não gera resultados confiáveis, segundo Glaucia. &quot;Hoje, pode-se provar pontos contraditórios de acordo com os parâmetros que forem usados. Para chegar a um consenso sobre como usar os modelos, a única solução é ter uma comunidade de cientistas debatendo intensamente. Para isso, é preciso aumentar o número de pesquisadores na área&quot;, afirmou.</font></div>
<div><br><font size=2><strong>Resposta para a questão energética</strong></font></div>
<div><br><font size=2>Cientistas britânicos, durante o simpósio, demonstraram preocupação em relação à viabilidade do etanol como biocombustível em contextos diferentes do brasileiro e à aplicabilidade, em outros países, do avançado conhecimento produzido no Brasil sobre o etanol.</font></div>
<div><br><font size=2>De acordo com os pesquisadores brasileiros, a cana-de-açúcar pode ser plantada em outras regiões e tem grande potencial para ser utilizada em produção de etanol em outros países.</font></div>
<div><br><font size=2>&quot;Acredito que não teremos uma única resposta para a questão energética. Mas, com toda certeza, o etanol será uma delas. Outros países poderão produzir também. O Brasil, no entanto, já tem há muito tempo uma legislação sobre biocombustíveis e fez esforços para o avanço do conhecimento sobre etanol que não têm paralelo no mundo. Com isso, o que está ocorrendo é que o país não apenas se destaca como o principal produtor da planta, mas está se tornando uma referência para modelos de biorrefinarias&quot;, disse.</font></div></div></div>
<div><b>Data:</b> 1/9/2010</div>
]]></description>
      <author>Sueli Montenegro</author>
      <pubDate>Wed, 01 Sep 2010 14:01:08 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.cntdespoluir.org.br/Lists/Contedos/DispForm.aspx?ID=2681</guid>
    </item>
    <item>
      <title>ANP libera diesel mais poluente para ônibus </title>
      <link>http://www.cntdespoluir.org.br/Lists/Contedos/DispForm.aspx?ID=2683</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Conteúdo:</b> <div class=ExternalClass43036C8EFB3A4423AB961AE9E74B2AE0>
<div><font size=2>A péssima qualidade do ar na capital pode ficar pior. A Agência Nacional de Petróleo (ANP) autorizou, em caráter excepcional, a venda de diesel S-500, com maior concentração de enxofre, para que a frota de ônibus da capital não fique sem circular. Desde 2009, os coletivos utilizam o diesel S-50, com menor quantidade de enxofre.</font></div>
<div><font size=2></font> </div>
<div><font size=2>Por problemas no fornecimento do produto, o Sindicato das Empresas de Transporte Coletivo Urbano de Passageiros de São Paulo pediu que o secretário de Transportes, Marcelo Cardinale Branco, intercedesse para que a ANP autorizasse a Petrobrás a entregar o diesel mais poluente.</font></div>
<div><font size=2></font> </div>
<div><font size=2>A Petrobras Distribuidora informou que 150 m3 do S-500 já foram  vendidos em São Paulo – menos de 10% do total diário – para regularizar o estoque, sem alterar o abastecimento. </font></div></div></div>
<div><b>Data:</b> 1/9/2010</div>
]]></description>
      <author>Sueli Montenegro</author>
      <pubDate>Wed, 01 Sep 2010 14:26:13 GMT</pubDate>
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    </item>
    <item>
      <title>Produção de biodiesel cresce 73% no semestre</title>
      <link>http://www.cntdespoluir.org.br/Lists/Contedos/DispForm.aspx?ID=2687</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Conteúdo:</b> <div class=ExternalClassB0ADF93AD71F43EDB71009F8F3422759>
<div><font size=2>De acordo com dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), a produção brasileira de biodiesel totalizou 1,13 bilhão de litros no primeiro semestre de 2010, 73% mais que em igual intervalo de 2009. </font></div>
<div><br><font size=2>Em todo o ano passado, foram 1,61 bilhão de litros, ante 1,17 bilhão em 2008, 404,33 milhões em 2007, 69 milhões em 2006 e 736 mil em 2005, quando foi deflagrado o programa oficial de mistura de biodiesel no diesel comum. </font></div>
<div><br><font size=2>O forte ritmo de incremento, que deverá perdurar até o fim do ano, reflete a elevação do percentual obrigatório de mistura do produto no diesel, que em 1º de janeiro passou de 3% para 5%. Em janeiro passado, também conforme a ANP, a capacidade instalada já era de 4,7 bilhões de litros, o que sugere uma boa folga para novas antecipações da elevação dos percentuais de mistura. </font></div>
<div><br><font size=2>Como muitos ônibus e máquinas agrícolas já estão a rodar com 100% de biodiesel em seus tanques, as empresas que investem no biocombustível sempre que podem solicitam ao governo pelo menos a adoção do B10, que estabelecerá um percentual de mistura de 10%.</font></div></div></div>
<div><b>Data:</b> 3/9/2010</div>
]]></description>
      <author>Sueli Montenegro</author>
      <pubDate>Fri, 03 Sep 2010 20:19:13 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.cntdespoluir.org.br/Lists/Contedos/DispForm.aspx?ID=2687</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Governo apóia ONU no banimento de poluentes</title>
      <link>http://www.cntdespoluir.org.br/Lists/Contedos/DispForm.aspx?ID=2686</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Conteúdo:</b> <div class=ExternalClass0F608BBF6E8241D5A201AF2DBBD242FF>
<div><font size=2>Desde  o último dia 26 de agosto, o Brasil reforça o banimento de nove substâncias químicas classificadas como poluentes orgânicos persistentes, conhecidas internacionalmente pela sigla POP, contidas em agrotóxicos e produtos antichamas. O anúncio mundial das substâncias que passam a integrar a nova lista de banimento, divulgada pela Organização das Nações Unidas (ONU), foi realizado durante teleconferência entre representantes do governo brasileiro, no Rio, e integrantes da Convenção de Estocolmo sobre Contaminantes Persistentes da ONU, em Genebra, Suíça.</font></div>
<div><br><font size=2>O  Brasil foi representado pela secretária de Mudanças Climáticas e Qualidade Ambiental do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Branca Americano, e pela coordenadora do Centro Regional da Convenção de Estocolmo para América Latina, Lady Virgínia Menezes. Branca ressaltou que o Brasil já vinha restringindo a maior parte dos produtos químicos que aparecem na lista da ONU e que apenas um continua sendo produzido no país: um agrotóxico em forma de iscas antiformigas.</font></div>
<div><br><font size=2>“Estamos realizando um trabalho de inventário para identificar onde estão essas substâncias e para eliminar os remanescentes desses produtos no Brasil. Dessas nove substâncias que foram incluídas, nós só produzimos a sulfluramida, usada no combate a formigas e em equipamentos eletrônicos, como retardador de chamas”, explicou Branca.</font></div>
<div><br><font size=2>A ONU já havia divulgado uma lista com 12 POPs, que agora será acrescida de mais nove, totalizando 21 substâncias com recomendação de banimento em todo o mundo. São elementos químicos que permanecem durante muito tempo na natureza, sendo absorvidos pelos animais em toda a cadeia alimentar, chegando até os seres humanos, onde se depositam principalmente nas camadas gordurosas, podendo gerar doenças nervosas, imunológicas, reprodutivas e câncer.</font></div>
<div><br><font size=2>Para Lady Virgínia, é necessário haver intercâmbio entre os países da América Latina, a fim de gerar conhecimento sobre o assunto e controle na circulação dos componentes proibidos de um país para outro. “Os países da América Latina e Caribe têm basicamente os mesmos problemas, como gestão de resíduos sólidos, principalmente industriais e de saúde, e pesticidas obsoletos”, disse Lady Virgínia, que desenvolve na Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) projetos de assistência técnica para países latino-americanos.</font></div>
<div><br><font size=2>A teleconferência foi realizada no veleiro científico Sea Dragon, que começou hoje uma viagem de coleta de resíduos sólidos pelo Atlântico Sul, principalmente plásticos, para monitorar a presença e o impacto de POPs na água e em peixes de águas profundas. Segundo o cientista Marcus Eriksen, responsável pela expedição, em medições anteriores, realizadas no Atlântico Norte, verificou-se que 35% dos peixes coletados tinham pedaços de plásticos em seus estômagos.</font></div>
<div><br><font size=2>Na primeira fase da expedição, a tripulação seguirá até Recife. Em seguida, rumará para Cape Town, na África do Sul, percorrendo depois rotas que incluem Uruguai, Chile, Taiti e Havaí. A viagem dos cientistas e demais informações sobre POPs podem ser acompanhadas na página </font><a href="http://www.pops.int/"><font size=2>www.pops.int</font></a><font size=2> ou </font><a href="http://www.facebook.com/safeplanet"><font size=2>www.facebook.com/safeplanet</font></a><font size=2>.</font></div>
<div><br><font size=2>A nova lista divulgada pela ONU contém as seguintes substâncias: alpha hexachlorocyclohexane, beta hexachlorocyclohexane, chlordecone, hexabromobiphenyl, hexabromobiphenyl ether, lindane, pentachlorobenzene, perfluorooctane sulfonic e tetrabromodiphenyl ether.</font></div></div></div>
<div><b>Data:</b> 1/9/2010</div>
]]></description>
      <author>Sueli Montenegro</author>
      <pubDate>Wed, 01 Sep 2010 15:06:57 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.cntdespoluir.org.br/Lists/Contedos/DispForm.aspx?ID=2686</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Novos combustíveis fazem parte da rotina no Brasil </title>
      <link>http://www.cntdespoluir.org.br/Lists/Contedos/DispForm.aspx?ID=2685</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Conteúdo:</b> <div class=ExternalClass4889484D5B464A86B8C15013DD3B1309><div><font size=2>Já familiarizados com o biodiesel e o etanol, agora os brasileiros começam a entrar em contato com novas matrizes energéticas &quot;verdes&quot; no dia a dia. Entre as mais recentes inovações neste campo que são colocadas em prática em projetos-piloto no país estão o diesel de cana-de-açúcar e o óleo de cozinha usado.</font></div>
<div><br><font size=2>O McDonald’s no Brasil decidiu trocar a produção de sabão pela do biodiesel a partir dos 3 milhões de litros de óleo de cozinha utilizados na fritura de frango empanado e batatas. A ideia veio há quase três anos da parceira Martin-Brower, empresa multinacional que faz todo o trabalho logístico da rede de fast food. O projeto experimental, que abrange 20 lojas, rende entre 2 mil e 3 mil litros de biodiesel por mês.</font></div>
<div><br><font size=2>O objetivo para o ano que vem é expandir a coleta do resíduo para todas as 584 lojas no Brasil, atendidas por uma frota de 170 veículos. De acordo com o diretor de contas nacionais e internacionais da Martin-Brower, José Augusto Rodrigues Santos, com a extensão para toda a rede o potencial de produção será de 2 milhões de litros de biodiesel por ano. Isso significa quase a metade da demanda por combustível da frota, de 5 milhões de litros de diesel por ano.</font></div>
<div><br><font size=2>Santos explica que a ideia é, inclusive, construir uma usina de biodiesel na sede da empresa, o que reduziria os custos de transporte entre a Martin-Brower, em Osasco (SP), e a usina que transforma o óleo em combustível, localizada em Sumaré (SP), distantes cerca de 100 km. “A expectativa é de que o biodiesel esteja 3% a 15% abaixo do preço do diesel”, ressalta.</font></div>
<div><br><font size=2>A maioria dos caminhões em circulação com o combustível é abastecida com B5 (mistura de 5% de biodiesel com o diesel), mas a empresa já faz testes com B20 (mistura de 20% do biodiesel ao diesel comum) em quatro caminhões e um com o B100 (100% de biodiesel). “Queremos ter autorização definitiva para usar a mistura acima do B5 de forma permanente. Neste caso, não seria só o motor, o equipamento de refrigeração também receberia o biodiesel”, explica o executivo.</font></div>
<div><br><font size=2>&quot;O projeto implementado, da forma que imaginamos, reduz 26% das emissões de gases de efeito estufa&quot;</font></div>
<div><font size=2>José Augusto R. Santos, da Martin-Brower</font></div>
<div><br><font size=2><strong>Batatinhas fritas e crédito de carbono</strong></font></div>
<div><br><font size=2>O último passo do projeto é emitir certificados de redução de efeito estufa e vender no mercado como crédito de carbono. “O projeto implementado, da forma que imaginamos, reduz 26% das emissões de gases de efeito estufa”, avalia Santos, que acredita que o modelo possa ser adotado pelo McDonald’s em outros países.</font></div>
<div><br><font size=2>A iniciativa é só uma entre diversos ciclos fehados existentes em empresas para a produção de biocombustível. Os grandes frigoríficos, por exemplo, utilizam o sebo bovino para a produção de biodiesel. O material é considerado um problema porque requer tratamento especial para descarte.</font></div>
<div><br><font size=2>Apesar do apelo sustentável das iniciativas, o diretor para o segmento automotivo da Roland Berger Strategy Consultants, Stephan Keese, acredita que esse tipo de ação não ganhará força em escala de produção, restringindo-se apenas a operações localizadas, de acordo com o interesse de cada empresa.</font></div>
<div><br><font size=2><strong>Bactéria 'faz' segunda geração de biodiesel</strong></font></div>
<div><br><font size=2>Nas ruas de São Paulo, a população pode conferir de perto os ônibus abastecidos com o biodiesel derivado da cana-de-açúcar. Desde julho, com o apoio da Prefeitura de São Paulo e a parceria da Mercedes-Benz e Petrobras, a produtora americana do biocombustível Amyris Biotechnologies iniciou um projeto piloto no qual três ônibus do transporte urbano público serão abastecidos com 5% do biodiesel de cana-de-açúcar enquanto outros três serão abastecidos unicamente com o novo biocombustível.</font></div>
<div><br><font size=2>A novidade desta tecnologia é que, além de ser um combustível puro e livre de enxofre – o grande problema do diesel -, ele não entra no debate do uso de grãos comestíveis como matéria-prima de combustíveis. “Há uma pressão enorme sobre a indústria por causa do biodiesel. Cerca de 80% do vendido no país é feito da soja”, explica o membro do comitê técnico de tecnologia a diesel da Sociedade de Engenheiros da Mobilidade (SAE Brasil), Christian Wahnfired.</font></div>
<div><br><font size=2>Por esse motivo, o diesel de cana-de-açúcar foi aprovado pelos organismos reguladores dos Estados Unidos, que o consideraram o biocombustível menos poluente e que não atenta contra a produção de alimentos. O engenheiro explica que o novo biodiesel é produzido com a ajuda de uma bactéria especial, que transforma o caldo de cana em óleo (veja infográfico acima). Segundo Wahnfired, apenas quem produz tal levedura pode fabricá-lo.</font></div>
<div><br><font size=2>O maior desafio da nova tecnologia é a escala de produção, já que ainda é mais cara do que a do biodiesel feito a partir de sementes. Em Campinas, a empresa de biotecnologia produz de 5 mil a 6 mil litros por mês do biodiesel de cana para o projeto piloto. A escala industrial deve ser atingida entre 2011 e 2012. Para isso, a Amyris espera se unir a grandes produtores locais de etanol, como a Cosan, Bunge e Açúcar Guarani. “Demanda o Brasil tem. O país consome 45 bilhões de litros de diesel por ano”, ressalta Wahnfired.</font></div>
<div><br><font size=2>Nos próximos anos, os cultivos de pinhão-manso, palma já estarão em fase madura para o início da produção de novos biocombustíveis.</font></div>
<div><br><font size=2><strong>Substitutos de grãos usados na alimentação</strong></font></div>
<div><br><font size=2>Mas a evolução continua. Nos próximos anos, os cultivos de pinhão-manso, palma, entre outras plantas que produzem óleos vegetais, já estarão em fase madura para o início da produção de novos biocombustíveis. Segundo Christian Wahnfired, o rendimento desses vegetais é muito maior que o de grãos utilizados na alimentação, como o milho e a soja. “A soja rende 500 kg de óleo por hectare. Já a palma rende cinco toneladas por hectare”, exemplifica.</font></div>
<div><br><font size=2>Para o consultor de mercado Stephan Keese, os biocombustíveis continuarão um negócio rentável no país e ele não será afetado pela chegada dos veículos elétricos. “Não existe competição entre as tecnologias. As duas, juntas, garantem um balanço melhor”, afirma Keese. Segundo ele, o Brasil não irá se tornar um grande exportador de biodiesel devido à pressão política de Estados Unidos e Europa.</font></div>
<div><br><font size=2>“Temos uma possibilidade de exportar para países próximos como Uruguai, Paraguai e Argentina”, diz. No entanto, na opinião do analista, o país continuará a ser o que melhor tira proveito desse tipo de tecnologia.</font></div></div></div>
<div><b>Data:</b> 1/9/2010</div>
]]></description>
      <author>Sueli Montenegro</author>
      <pubDate>Wed, 01 Sep 2010 14:52:59 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.cntdespoluir.org.br/Lists/Contedos/DispForm.aspx?ID=2685</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Estudo aborda relação transporte-mudança climática </title>
      <link>http://www.cntdespoluir.org.br/Lists/Contedos/DispForm.aspx?ID=2684</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Conteúdo:</b> <div class=ExternalClass811A84922CFD46B18BDDFB4EE44D4313>
<div><font size=2>O planejamento urbano está intimamente relacionado às mudanças climáticas. </font></div>
<div><br><font size=2>O trabalho &quot;Diagnóstico da legislação: identificação das normas com incidência em mitigação e adaptação às mudanças climáticas - Transportes&quot;, de autoria de Paula Lavratti, Coordenadora Técnica do Projeto Direito e Mudanças Climáticas nos Países Amazônicos, e Vanêsca Buzelato Prestes, Coordenadora-Geral, apresenta dados do Brasil sobre o tema. <br> </font></div>
<div><font size=2>Ao relacionarem as mudanças climáticas com o tema, destacam que o setor de transportes tem sido apontado como a fonte emissora de gases de efeito estufa com maior e mais rápido crescimento, com cerca de 2,5% ao ano: &quot;Isso se deve à escalada da mobilidade de bens e pessoas, fruto do processo de globalização. Se de um lado, a intensificação do comércio internacional associada aos hábitos de consumo aumentam as emissões de Gase de Efeito Estufa (GEEs), de outro, a expansão urbana provoca uma maior utilização de veículos automotores&quot;.<br> </font></div>
<div><font size=2>Ainda, segundo o relatório, considerando o quadro de emissões brasileiras, os transportes ostentam 9% do total: &quot;Tal dado é coerente com o atual contexto nacional, no qual a matriz de transporte é majoritariamente rodoviária, com 58% do total da quilometragem existente&quot;.<br> </font></div>
<div><font size=2>Com relação às normas com incidência em mitigação e/ou adaptação, dividiram a pesquisa em &quot;Padrões de emissões atmosféricas veiculares&quot;, &quot;Manutenção de veículos e inspeção veicular obrigatória&quot;, &quot;Adição obrigatória de biocombustível à gasolina ou diesel e da qualidade dos combustíveis e incentivo à utilização de biocombustíveis&quot;, &quot;Controle do tráfego&quot; e &quot;A importância dos instrumentos de planejamento&quot;.<br> </font></div>
<div><font size=2>Concluíram que o controle das emissões atmosféricas veiculares está centrado, basicamente, na imposição de limites a substâncias prejudiciais à saúde humana, não havendo qualquer limitação específica à emissão de gases de efeito estufa. No entanto, ainda que os GEEs não sejam especificamente regulados legislação em vigor, a redução da emissão de poluentes atmosféricos veiculares de forma geral contribui para a adaptação às mudanças climáticas, especialmente no que se refere sobre seus impactos sobre a saúde humana: &quot;Isso porque o aumento das temperaturas - que intensifica ainda mais o efeito das ilhas de calor nas grandes cidades - prejudica a dispersão dos poluentes, contribuindo para o aumento das doenças respiratórias na população&quot;, apontam as autoras. <br> </font></div>
<div><font size=2>Outra conclusão importante é que a adequada manutenção dos veículos e a exigência de inspeção veicular obrigatória pelo Poder Público são medidas complementares ao controle de emissões: &quot;O veículo ou motociclo que recebe manutenção periódica, e em observância às especificações indicadas pelo fabricante, emite menos poluentes e não consome combustível em excesso, contribuindo, assim, para que não haja emissões de gases de efeito estufa acima do patamar esperado&quot;.&quot;. <br> </font></div>
<div><font size=2>As normas que preveem a obrigatoriedade de adição de um percentual determinado de biocombustível - álcool ou biodiesel - à gasolina e diesel, respectivamente, com o objetivo de reduzir a quantidade de combustíveis fósseis utilizados, diminuindo as emissões de gases de efeito estufa geradas com a sua queima, incidem na mitigação das mudanças climáticas, conclui a pesquisa. Da mesma forma, encontram-se as normas que incentivam a utilização de biocombustíveis. <br> </font></div>
<div><font size=2>Identificou-se, ainda, com incidência em mitigação, todas as normas que visam a controlar o tráfego, na medida em que, ao reduzir congestionamentos, diminuem o consumo e combustíveis, e, consequentemente, seus efeitos sobre as emissões de GEEs.<br> </font></div>
<div><font size=2>Para as autoras, o próprio planejamento urbano está intimamente relacionado com o tema: &quot;A opção por cidades mais ou menos compactas, a definição da capacidade das vias de circulação, para fins de tráfego, bem como o estudo a localização do traçado, levando-se em conta critérios de drenagem pluvial e áreas de risco, são exemplos que refletem a imprescindibilidade da inserção da variável climática na estruturação das cidades&quot;.<br> <br> <br>O relatório na íntegra pode ser acessado no endereço: <br></font><a href="http://www.planetaverde.org/mudancasclimaticas/index.php?ling=por&amp;cont=pesquisa&amp;codpais=1"><font size=2>http://www.planetaverde.org/mudancasclimaticas/index.php?ling=por&amp;cont=pesquisa&amp;codpais=1</font></a><font size=2> <br></font></div></div></div>
<div><b>Data:</b> 1/9/2010</div>
]]></description>
      <author>Sueli Montenegro</author>
      <pubDate>Wed, 01 Sep 2010 14:40:36 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.cntdespoluir.org.br/Lists/Contedos/DispForm.aspx?ID=2684</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Cosan e Shell formalizam parceria energética</title>
      <link>http://www.cntdespoluir.org.br/Lists/Contedos/DispForm.aspx?ID=2678</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Conteúdo:</b> <div class=ExternalClassA77D5944846D449B83CD0D1A7E0D6177>
<div><font size=2>A Cosan e a Shell assinaram ontem (25) acordo para criação de uma joint venture que atuará na produção de biocombustíveis, açúcar e cogeração, além da distribuição de combustíveis.</font></div>
<div><font size=2>            <br>A proposta de associação foi anunciada em fevereiro pelas companhias, mas a assinatura do contrato - prevista para o fim do mês passado - só ocorreu ontem devido à complexidade da operação, segundo a Cosan.</font></div>
<div><font size=2>           <br>Com ativos da maior produtora de etanol de cana do mundo - com 2 bilhões de litros por ano - e da líder mundial em distribuição de combustíveis, a joint venture pode, finalmente, tornar o etanol uma commodity global.</font></div>
<div><font size=2>            <br>&quot;Acreditamos que o mundo precisa de soluções de energia renovável, e vemos a cana como a melhor delas. Esse é o plano macro desse negócio&quot;, diz o diretor-presidente da Cosan, Marcos Lutz.</font></div>
<div><font size=2>            <br>Além do aporte de US$ 1,6 bilhão e dos ativos em distribuição no Brasil que a Shell vai transferir para a joint venture, a influência política da anglo-holandesa (a segunda maior petroleira privada do mundo) deverá contar a favor do etanol brasileiro.</font></div>
<div><font size=2>            <br>Lutz acredita que a parceira pode atuar no &quot;convencimento da sociedade mundial&quot; -políticos, órgãos reguladores e consumidores- de que o etanol é uma &quot;solução plausível&quot; para a busca por combustíveis renováveis eficientes do ponto de vista econômico e ambiental.</font></div>
<div><font size=2>            <br>A associação também deve trazer ganhos logísticos e de escala, o que possibilitará que o etanol chegue de forma mais acessível, no longo prazo, a consumidores de outras partes do mundo, diz Lutz.</font></div>
<div><br><strong><font size=2>Combustível global</font></strong></div>
<div><font size=2>            <br>O executivo acredita que os biocombustíveis podem, no longo prazo, atingir 10% da matriz mundial de transporte. Executivos da Shell já declararam estimativa semelhante para 40 anos.</font></div>
<div><font size=2>            <br>Por reduzir as emissões de gases de efeito estufa em mais de 80%, espera-se uma ampla aceitação do etanol no mercado mundial, à medida que os países sejam obrigados a tornar a sua matriz energética mais limpa.</font></div>
<div><font size=2>            <br>O etanol já representa mais da metade dos combustíveis no Brasil e 10% nos EUA. &quot;A questão é o quanto se pode produzir de combustível renovável de forma economicamente viável. E aí eu acho que o Brasil pode ter um senhor papel&quot;, afirma Lutz.</font></div>
<div><font size=2>            <br>A parceria terá uma divisão destinada à produção e outra à distribuição. Nasce com valor de mercado de cerca de R$ 20 bilhões e receita próxima a R$ 50 bilhões.</font></div>
<div><font size=2>            <br>Executivos de Cosan e Shell já trabalham no planejamento da nova empresa, mas, para unir estruturas, é necessário o aval da Comissão Europeia, o que pode ocorrer em seis semanas.</font></div>
<div><font size=2></font> </div>
<div><font size=2></font> </div>
<div><strong><font size=2>Em uma década, Shell pode fechar controle da empresa</font></strong></div>
<div><br><font size=2> Daqui a dez anos, segundo o acordo, a Shell terá a opção de comprar a metade ou a totalidade da participação da Cosan (50%) na JV. No 15° ano da associação a Shell novamente poderá fazer uma oferta para adquirir todo o controle do negócio.</font></div>
<div><font size=2>            <br>Outra cláusula estabelece ainda que, caso o empresário Rubens Ometto, fundador e principal acionista da Cosan, morra ou fique inválido, a Shell igualmente poderá exercer o direito de compra da fatia do grupo brasileiro.</font></div>
<div><font size=2>            <br>- É preciso ter regras claras e bem estabelecidas caso eventualmente haja um divórcio no décimo ano, até para se conseguir um casamento melhor - justificou Lutz, durante conferência com analistas na tarde de ontem.</font></div></div></div>
<div><b>Data:</b> 26/8/2010</div>
]]></description>
      <author>Sueli Montenegro</author>
      <pubDate>Thu, 26 Aug 2010 17:34:46 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.cntdespoluir.org.br/Lists/Contedos/DispForm.aspx?ID=2678</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Rede estuda a formação de borra do biodiesel</title>
      <link>http://www.cntdespoluir.org.br/Lists/Contedos/DispForm.aspx?ID=2674</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Conteúdo:</b> <div class=ExternalClassFE6248ACA7784E269D2A9E74F6B7EB27>
<div><font size=2>A adoção da mistura B5, desde 1º de janeiro último, elevou a 5% a adição obrigatória de biodiesel ao óleo diesel para uso veicular. Correspondendo ao avanço de mais uma etapa do Programa Nacional de Produção e Uso de Biodiesel, essa medida impulsionou o mercado de biodiesel, mas também suscitou algumas reclamações por parte dos postos de combustíveis. Representantes do setor manifestaram preocupação face ao aumento da freqüência de trocas de filtros e bombas de combustível e de limpezas nos tanques. </font></div>
<div><br><font size=2>Esses problemas estão associados aos processos de formação de borras a que estão sujeitas o diesel e em particular as misturas diesel/biodiesel, observados notadamente a partir da introdução de teores crescentes de biodiesel no diesel. O fato já havia sido antecipado pelos especialistas do Instituto Nacional de Tecnologia (INT/MCT) por ocasião da estruturação da Rede de Brasileira de Estudos e Projetos sobre Estabilidade, Armazenamento e Problemas Associados (Armazbiodi) em 2008. </font></div>
<div><br><font size=2>A Rede Armazbiodi, liderada pelo tecnologista Eduardo Cavalcanti, da área de Corrosão e Degradação do INT, tem a temática da formação das borras nas misturas incorporada ao seu programa de trabalho. Estudos para minimizar o problema já são conduzidos em escala de laboratório pelas equipes do Instituto, em conjunto com as universidades federais da Paraíba (UFPB) e do Rio Grande do Sul (UFRGS). Cavalcanti também ressalta a importância de serem adotadas as boas práticas de transporte, limpeza e armazenagem, preconizadas pela norma ABNT NBR 15512, de 2008, ora em fase de revisão. </font></div>
<div><br><font size=2>A questão, no entanto, tem se mostrado complexa. “Uma solução efetiva exige a participação de todos os elos da cadeia, ou seja, desde a produção do biodiesel, passando pela estocagem em bases e terminais, distribuição, revenda até a injeção do combustível nos tanques dos veículos”, alerta o tecnologista. </font></div>
<div><br><font size=2>O coordenador da Rede Armazbiodi explica que tais borras são de duas naturezas: uma abiótica, compreendendo depósitos orgânicos e inorgânicos, e outra microbiana, envolvendo a vasta proliferação de bactérias, fungos e leveduras, que acabam se aglomerando e formando o que o mercado denomina de bio-depósitos. </font></div>
<div><br><font size=2>Essa última formação é estimulada inicialmente pela umidade do ar. Observa-se também o aparecimento de água dissolvida na massa estocada e a subsequente condensação nas paredes dos tanques e acúmulo no fundo dos tanques de armazenamento e de transporte do combustível. “Um dos pontos críticos, que favorece o acúmulo de água nos tanques é o procedimento de desodorização, quando o tanque de caminhões é lavado para receber nova remessa da mistura e não devidamente secos”, explica. Cavalcanti destaca ainda que o biodiesel exibe uma grande tendência a oxidação, o que é agravado pela exposição à luz, calor e oxigênio. </font></div>
<div><br><font size=2>Entre as medidas indicadas para prevenir e combater a formação de borras e a contaminação do combustível por microorganismos está o constante monitoramento das misturas e dos tanques além, do uso de aditivos e biocidas (estes ainda dependendo de aprovação dos órgãos ambientais). </font></div>
<div><br><font size=2>Atenta à dificuldade dos postos e distribuidores, a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) anunciou a elaboração de um Guia de Procedimentos de Transporte e Armazenagem de Óleo Diesel B, voltado para a prevenção e o controle desses processos de natureza degenerativa. Segundo a Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e Lubrificantes (Fecombustíveis), a partir da introdução do B5 foi constatado o consequente aumento de custos operacionais. </font></div>
<div><br><font size=2>Vinculada à Rede Brasileira de Tecnologia de Biodiesel do MCT/Finep, a Rede Armazbiodi, por sua vez, está iniciando novos estudos sobre a duração da vida do biodiesel e suas misturas na prateleira e sobre a tendência a formação de borras nos tanques de armazenamento. O trabalho se estenderá em instalações de campo, em cada uma das regiões do País. </font></div>
<div><br><font size=2>Ao final do levantamento, os grupos de trabalho liderados pela ANP, que têm a participação dos especialistas da Rede, pretendem validar uma série de medidas capazes de mitigar o problema. </font></div></div></div>
<div><b>Data:</b> 25/8/2010</div>
]]></description>
      <author>Sueli Montenegro</author>
      <pubDate>Wed, 25 Aug 2010 13:57:31 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.cntdespoluir.org.br/Lists/Contedos/DispForm.aspx?ID=2674</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Parceria mira biocombustíveis na África</title>
      <link>http://www.cntdespoluir.org.br/Lists/Contedos/DispForm.aspx?ID=2675</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Conteúdo:</b> <div class=ExternalClass73D01A246A154F599C18AE951F91E3C5>
<div><font size=2>O Brasil prepara parceria com a China para fabricar biocombustíveis na África, a exemplo do que já faz com Estados Unidos e Europa, e a produção deve ser totalmente voltada para o mercado chinês, afirma o diretor do departamento de energia do Ministério de Relações Exteriores, André Lago.</font></div>
<div><br><font size=2>“As conversas já foram iniciadas. O Brasil sabe das responsabilidades em relação à África, e tem procurado chamar outros países para desenvolver o continente”, afirmou à Folha, após participar do seminário “Mudanças Climáticas e Tecnologias Inovadoras para Energia”, promovido pela Coope/UFRJ.</font></div>
<div><br><font size=2>A China pretende dobrar, nos próximos anos, a geração das chamadas novas energias, como biocombustíveis, a solar e a eólica. Com o projeto da África, o país asiático pretende emitir créditos de carbono para compensar a emissão de gases, cada vez maior diante do forte crescimento do país.</font></div>
<div><br><font size=2>Lago disse que ainda não há definição sobre o país e qual projeto será instalado na África.</font></div>
<div><br><font size=2>O ministro Samuel Pinheiro Guimarães (Secretaria de Assuntos Estratégicos) disse considerar a China um dos principais parceiros do país, pelo fato de ser um dos maiores produtores de ciência e tecnologia do mundo. Ressaltou que o Brasil vem desenvolvendo parcerias no setor energético com diversos países.</font></div>
<div><br><font size=2>“Eles têm preocupação grande, têm emissões importantes de gases, por causa da utilização do carvão. Temos possibilidade de cooperação muito grande com outros países, inclusive com a China”, observou.</font></div></div></div>
<div><b>Data:</b> 25/8/2010</div>
]]></description>
      <author>Sueli Montenegro</author>
      <pubDate>Wed, 25 Aug 2010 14:08:05 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.cntdespoluir.org.br/Lists/Contedos/DispForm.aspx?ID=2675</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Incentivos não melhoram indicadores ambientais</title>
      <link>http://www.cntdespoluir.org.br/Lists/Contedos/DispForm.aspx?ID=2679</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Conteúdo:</b> <div class=ExternalClass3D3161B03AED4BE58237ED17343D25E1>
<div><font size=2>Pesquisa da professora Flavia Trentini, da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto (FDRP) da USP analisou o Programa Nacional de Produção e Uso de Biodiesel (PNPB) e concluiu que a implantação do Selo Social mostrou-se eficaz para melhorar os indicadores econômicos e sociais dos agricultores, mas por outro lado os indicadores ambientais foram muito tímidos.  Segundo Flavia, a presença de cláusula ambiental de responsabilidade dentro do PNPB atua posteriormente à degradação ambiental, portanto é necessária uma revisão dessa questão pelo órgão que concede o Selo Social para o biodiesel.</font></div>
<div><br><font size=2>O estudo avalia o impacto do Selo Combustível Social no PNPB a partir dos indicadores de sustentabilidade econômico, social e ambiental.  A pesquisadora utilizou amostras coletadas em dois pólos de produção de matérias primas do biodiesel, em Quixadá (Ceará), e em Cachoeira do Sul (Rio Grande do Sul).  “Escolhemos Quixadá em função de a região receber incentivos governamentais e por estarem focados no desenvolvimento de culturas alternativas, sobretudo da mamona, e na geração de renda numa das regiões mais pobres do País”, explica. No Sul, que utiliza a soja para a produção do biodiesel, diz a pesquisadora, a escolha se deu por ser a que mais se sobressai na produção do biocombustível e em 2009, representou 75,4% de toda a produção do Brasil.</font></div>
<div><br><font size=2>A questão econômica foi analisada a partir de dados de geração de renda e de renda complementar e retorno econômico satisfatório. Já o social teve por base a autossuficiência alimentar da família, por meio da diversificação de culturas, incentivo ao processo decisório coletivo e proteção à diversidade cultural. A ambiental focou a proteção de recursos naturais (solo e água) e rotação e consórcio de culturas. “A pesquisa foi qualitativa, com 60 agricultores familiares produtores de oleaginosas destinadas à produção de biodiesel, a escolha dos agricultores participantes foi intencional e não probabilístico”, diz a pesquisadora.</font></div>
<div><br><font size=2>No Ceará, o perfil dos agricultores que fizeram parte da amostra é de homens, com mais de 40 anos, analfabetos, assentados pelo Programa Nacional de Reforma Agrária e com experiência de mais de 10 anos na agricultura. As propriedades têm tamanho médio de 23,69 hectares, mas a área destinada ao plantio da mamona não ultrapassa a 2,18 hectares. </font></div>
<div><font size=2></font> </div>
<div><font size=2>No Sul são homens, com mais de 30 anos de idade, alfabetizados, mas 68% não completaram o primeiro grau, 83% são proprietários e arrendatários das propriedades, e com experiência também de mais de 10 anos na agricultura.  </font></div>
<div><font size=2></font> </div>
<div><font size=2>O tamanho das propriedades no Sul é quase três vezes maior que do Ceará, 61,10 hectares, e a área destinada ao plantio da soja não passa de 44,33%. </font></div>
<div><font size=2></font> </div>
<div><font size=2>Para a pesquisa nos dois locais também foram entrevistados representantes de empresas envolvidas na produção, associações de classe e órgãos do governo.</font></div>
<div><br><font size=2><strong>Renda</strong></font></div>
<div><strong><font size=2></font></strong> </div>
<div><font size=2>Na questão da renda, a pesquisadora observou que até a introdução do PNPB no Nordeste, a agricultura era de subsistência, com o cultivo de milho e feijão. Portanto, com a inserção da mamona foi criada uma nova fonte de renda, mas toda aplicada na subsistência alimentar. </font></div>
<div><font size=2></font> </div>
<div><font size=2>No Sul, também a renda vem do cultivo de duas espécies, plantadas em épocas distintas, soja e arroz, mas são destinadas ao mercado, como mais uma alternativa de fonte de renda. Mesmo sendo mais uma fonte de renda nas duas regiões, o destino dos recursos gerados também se diferencia. </font></div>
<div><font size=2>“Enquanto no Sul eles cresceram para todos os agricultores, no Nordeste 40% disse que cresceu, para 35% foi mantida, resultado de perda parcial ou total da produção em função das condições climáticas, e para 10% os recursos diminuíram”.</font></div>
<div><br><font size=2>“Com relação à aplicação da renda resultante da venda da mamona e da soja o questionamento também apresentou diferenças”, diz a pesquisadora. Enquanto no Sul a resposta foi de investimento na propriedade, compra de bens imóveis e pagamento de dívidas, no Nordeste, onde a venda da mamona aparece como única fonte de renda, a preocupação foi com a melhoria na alimentação. </font></div>
<div><font size=2></font> </div>
<div><font size=2>Quanto à diversificação da cultura, ela cumpre o indicador econômico de ingresso de renda de outras atividades. “No Sul, ela está atrelada ao mercado e, no Nordeste, como meio de segurança alimentar e subsistência dos agricultores”, aponta Trentini.</font></div>
<div><br><font size=2><strong>Ambiente</strong></font></div>
<div><font size=2></font> </div>
<div><font size=2>Os indicadores ambientais foram analisados sob o aspecto do meio ambiente natural, aquele que existe independente da influência do homem, como, por exemplo, água, flora, fauna e solo. A preocupação nesse aspecto foi com a rotação de culturas, que se agrega ao uso de corretivos no solo como fatores de proteção. No Sul, 70% dos agricultores responderam que utilizam corretivos, enquanto no Nordeste esse índice é de 58%. Por outro lado a rotação de culturas em alguns locais das duas regiões é feita por meio de consórcios, mas algumas das culturas não são indicadas para a proteção e conservação do solo.</font></div>
<div><br><font size=2>Os agricultores das duas regiões foram questionados sobre a existência de área não cultivada e destinada à preservação da vegetação, como reservas legais e de preservação permanente. Enquanto no Sertão Central do Ceará 64% dos agricultores responderam que possuem área não destinada ao cultivo, no Centro do Rio Grande do Sul, 80% dos entrevistados deixam de produzir em uma área determinada. </font></div>
<div><font size=2></font> </div>
<div><font size=2>No Nordeste, dois fatores chamaram a atenção da pesquisadora. “A expressiva área destinada à reserva legal é resultado da forma de aquisição da propriedade”, explica. ” Os entrevistados são assentados no Programa Nacional de Reforma Agrária, que obriga a averbação da área de reserva legal. Também a falta de maquinário para trabalhar a terra pode explicar esse índice”.</font></div>
<div><br><font size=2>Outro fato que despertou a atenção foram as condições dos recursos hídricos. No Nordeste, 91% não despejam qualquer tipo de dejetos nos rios, riachos, olhos d’água, enquanto no Sul esse percentual é de 75%. O dado não esperado, segundo a pesquisadora foi a afirmação de separação dos resíduos orgânicos e inorgânicos por 73% dos agricultores da região Sul, que conta com coleta seletiva rural.</font></div>
<div><br><font size=2>O estudo da professora Flavia faz parte do trabalho de pós-doutorado apresentado na Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA) da USP, em São Paulo,  com orientação da professora Maria Sylvia Macchione Saes.  A pesquisa também integra a obra “Ensaios sobre Biocombustíveis”, volume 2, que será lançada em 13 de setembro durante o Workshop “Biocombustíveis e Sustentabilidade”, realizado na FDRP.  Maiores informações sobre o evento podem ser consultadas no site da Faculdade.<br></font></div></div></div>
<div><b>Data:</b> 27/8/2010</div>
]]></description>
      <author>Sueli Montenegro</author>
      <pubDate>Fri, 27 Aug 2010 20:51:14 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.cntdespoluir.org.br/Lists/Contedos/DispForm.aspx?ID=2679</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Leilão tenta garantir escoamento de biodiesel  </title>
      <link>http://www.cntdespoluir.org.br/Lists/Contedos/DispForm.aspx?ID=2682</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Conteúdo:</b> <div class=ExternalClass25D7033EC98047D1B9FEF137144C3E2F>
<div><font size=2>O 19.º leilão de biodiesel iniciado pela Agência Nacional do Petróleo (ANP) na segunda (30/08) e com termino previsto para a próxima sexta-feira (03/09) tem preço-base a ser fornecido pelos produtores às refinarias de R$ 2,32 por litro. </font></div>
<div><br><font size=2>Esse será o terceiro leilão em 2010 e tem como objetivo colocar no último trimestre do ano 615 milhões de litros do produto para garantir a mistura obrigatória de 5% (B5) ao combustível (diesel) que transporta grande parte da riqueza do País. </font></div>
<div><br><font size=2>Em 2010 deverão ser produzidos 2,4 bilhões de litros de biodiesel, mas a capacidade instalada é quase o dobro disso: 4,6 bilhões. E por aí já se pode ter a primeira ideia dos problemas. </font></div>
<div><br><font size=2>O programa do biodiesel carrega dois estrangulamentos estruturais graves. O primeiro deles é seu alto custo de produção, 60% maior do que o do diesel de petróleo. O projeto só é viável porque o governo lhe garantiu reserva de mercado. </font></div>
<div><font size=2></font> </div>
<div><font size=2>Cada litro de diesel vendido nos postos de combustível tem de ter, por lei, os tais 5% de biodiesel. Ainda assim, esse teor na mistura só era para acontecer em 2013. Foi a forte oferta que levou as autoridades a antecipá-lo para o início deste ano. </font></div>
<div><br><font size=2>Apesar do presentão, os produtores acham pouco. Para garantir escoamento de sua mercadoria, querem já para 2014 uma mistura obrigatória de 20% nos grandes centros urbanos e de 10% no resto do País, conforme avisa o presidente do Conselho Superior da União Brasileira do Biodiesel (Ubrabio), Juan Diego Ferrés. </font></div>
<div><br><font size=2>Por enquanto o governo não dá mostras de atender a essa reivindicação. O diretor do Departamento de Combustíveis Renováveis do Ministério de Minas e Energia, Ricardo Dornelles, adverte que o programa precisa antes passar por uma profunda avaliação. </font></div>
<div><br><font size=2>O segundo estrangulamento é a excessiva dependência do óleo de soja, matéria-prima de nada menos que 85% de todo o biodiesel produzido no Brasil (veja gráfico). Essa é uma vulnerabilidade grave, por duas razões. Primeira porque a soja é também alimento e seu uso como combustível pode provocar escassez com consequências geopolíticas. </font></div>
<div><br><font size=2>A segunda razão está ligada à primeira: a soja é uma commodity cujas cotações estão sujeitas aos trancos do mercado internacional. A qualquer momento uma alta súbita pode inviabilizar a produção. </font></div>
<div><br><font size=2>A saída parece óbvia: substituir a soja por outra matéria-prima. Mas a troca não é simples. O especialista José Manuel Cabral, da Embrapa Agroenergia, explica que as pesquisas de campo levam tempo e que a obtenção de novas oleaginosas a custos compatíveis não ocorrerá antes de cinco ou seis anos. </font></div>
<div><br><font size=2>A aposta da hora já foi o pinhão-manso e agora é o óleo de palma (conhecido como dendê). O mesmo hectare pode render 0,5 tonelada de óleo de soja e até 6 toneladas de óleo de palma. De olho nessa boa produtividade, o governo lançou em maio um programa de incentivo à cultura. O objetivo é quadruplicar a produção em dez anos. Hoje, o dendê corresponde a apenas 0,89% da matéria-prima utilizada. </font></div>
<div><br><font size=2>Mas as limitações não se esgotam aí. Nenhuma outra fonte tem uma cadeia de produção e distribuição tão desenvolvida quanto a da soja. E isso conta. </font></div>
<div><font size=2></font> </div>
<div><font size=2>*Colaborou Isadora Peron</font></div></div></div>
<div><b>Data:</b> 1/9/2010</div>
]]></description>
      <author>Sueli Montenegro</author>
      <pubDate>Wed, 01 Sep 2010 14:15:57 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.cntdespoluir.org.br/Lists/Contedos/DispForm.aspx?ID=2682</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Medida de incentivo ao carro elétrico terá IPI reduzido</title>
      <link>http://www.cntdespoluir.org.br/Lists/Contedos/DispForm.aspx?ID=2680</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Conteúdo:</b> <div class=ExternalClass87EDF838339C44B9B6552362F7622613>
<div><font size=2>Os carros elétricos, hoje sujeitos a alíquotas de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) de 25%, terão reduzida a carga tributária, para uma faixa entre 7% e 18%, de acordo com a cilindrada. É o que consta da última minuta de medida para incentivar a produção nacional de carros e coletivos híbridos e elétricos. O que chegou a ser anunciado como um programa destinado apenas ao carro elétrico tornou-se uma proposta de revisão do IPI que também deve beneficiar carros híbridos movidos a energia elétrica e biocombustível.</font></div>
<div><font size=2>            <br>O programa, a ser anunciado em breve pelos ministérios da Fazenda, do Desenvolvimento e Ciência e Tecnologia, determinará que os veículos híbridos movidos a energia elétrica e biocombustível e os puramente elétricos, hoje sujeitos a IPI de 25%, terão as mesmas alíquotas aplicadas hoje aos veículos flex: 7% para carros de até mil cilindradas, 11% para carros entre mil cilindradas e 2 mil; e 18% para os carros com cilindrada igual ou superior a 2 mil. Os veículos híbridos a gasolina terão as mesmas alíquotas dos veículos a gasolina, entre 7% a 25%, conforme a cilindrada.</font></div>
<div><font size=2>            <br>O programa prevê ainda a criação do &quot;Regime de Inovação Automotivo&quot;, a ser lançado a partir de 2011, destinado a desenvolver e produzir no país tecnologias alternativas de motores, especialmente os carros flex, elétricos e os chamados &quot;híbridos verdes&quot;, movidos a energia elétrica ou etanol ou biodiesel. Para ter os benefícios do programa, IPI menor para automóveis e redução de PIS/Cofins para automóveis e ônibus, os fabricantes terão de investir um percentual do faturamento (ainda a ser definido) em pesquisas tecnológicas. Terão também de produzir os veículos no Brasil com alto índice de nacionalização ou segundo regras conhecidas como processo produtivo básico (usadas para acesso aos incentivos da Zona Franca de Manaus, por exemplo).</font></div>
<div><font size=2>            <br>No Brasil, o ministério da Ciência e Tecnologia identifica pesquisas avançadas para ônibus a hidrogênio, um deles na Coppe, programa de pós-graduação da Universidade Federal do Rio de Janeiro, que já desenvolveu um protótipo, e outro da Empresa Municipal de Transportes Urbanos de São Paulo, que já construiu cinco ônibus. Em veículos movidos a hidrogênio, há dez pedidos de patentes depositados de projetos nos quais o governo investiu R$ 47 milhões.</font></div>
<div><font size=2>            <br>Segundo técnicos do governo, o carro elétrico tem custo, em média, de R$ 0,06 por quilômetro rodado, um terço do desempenho de carros a etanol, que atinge custo de R$ 0,18. O governo acredita, porém, que um carro híbrido &quot;verde&quot;, movido a etanol/eletricidade poderia ter custo aproximado ao dos elétricos puros.</font></div>
<div><font size=2>            <br>O programa de apoio ao carro elétrico chegou a ter seu anúncio previsto para o início deste ano, mas foi adiado por intervenção do Ministério do Desenvolvimento, que alegou ser contraditório criar um programa para estimular os motores elétricos enquanto o próprio presidente Luiz Inácio Lula da Silva se empenha em campanha mundial para adoção do carro a etanol. Os ministérios reavaliaram o programa e chegaram ao projeto que deve ser divulgado em breve, tratando dos carros elétricos e dos híbridos, que poderá estimular pesquisas também para produção de motores mais eficientes movidos a biocombustível.</font></div></div></div>
<div><b>Data:</b> 31/8/2010</div>
]]></description>
      <author>Sueli Montenegro</author>
      <pubDate>Tue, 31 Aug 2010 17:21:50 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.cntdespoluir.org.br/Lists/Contedos/DispForm.aspx?ID=2680</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Dicas Ambientais</title>
      <link>http://www.cntdespoluir.org.br/Lists/Contedos/DispForm.aspx?ID=14</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Conteúdo:</b> <div class=ExternalClass673FD6C2F1024D438FACD80312148F1E><font size=1><img style="float:right" alt=Despoluir src="/Imagens%20do%20Site/dicas_ambientais.jpg"></font><font size=2>Todos podemos colaborar com a conservação do meio ambiente. Veja algumas dicas aplicadas ao cotidiano sobre hábitos ambientalmente saudáveis e consumo sustentável.</font></div>
<div class=ExternalClass673FD6C2F1024D438FACD80312148F1E><b><font size=2></font></b> </div>
<div class=ExternalClass673FD6C2F1024D438FACD80312148F1E><font size=2><b>Como você pode colaborar com o meio ambiente</b> </font></div>
<div class=ExternalClass673FD6C2F1024D438FACD80312148F1E>
<ul type=square>
<li><font size=2>Evite usar o carro em horários e locais de maior congestionamento</font></li>
<li><font size=2>Evite usar o automóvel para trajetos curtos. Dê preferência ao transporte coletivo ou vá a pé ou de bicicleta</font></li>
<li><font size=2>Procure sempre que possível compartilhar o carro com outras pessoas</font></li>
<li><font size=2>Utilize transportes coletivos, pois eles são menos poluentes que o transporte individual (automóvel)</font></li></ul></div>
<p><font size=2></font></p>
<p><font size=2></font></p>
<p class=MsoNormal style="margin:0cm 0cm 0pt;line-height:150%;text-align:center" align=left><span><font size=2><strong>Dicas para uma condução econômica</strong></font></span></p>
<p class=MsoNormal style="margin:0cm 0cm 0pt;line-height:150%;text-align:center" align=left><span><font size=2></font></span> </p>
<ul style="margin-top:0cm" type=disc>
<li class=MsoNormal style="margin:0cm 0cm 0pt;line-height:150%;text-align:justify;tab-stops:list 36.0pt"><span><font size=2>Procure abastecer seu veículo sempre utilizando todo o tanque do veículo. Andar sempre com ponteiro do combustível na reserva torna necessário vários deslocamentos ao posto de combustível para realizar pequenos abastecimentos, o que significa um consumo desnecessário, além de diminuir a vida útil da bomba de combustível do veículo.</font></span></li>
<li class=MsoNormal style="margin:0cm 0cm 0pt;line-height:150%;text-align:justify;tab-stops:list 36.0pt"><span><font size=2>Mantenha os pneus sempre com a pressão interna correta, de acordo com o manual do fabricante, pois pneus descalibrados fazem com que o veículo perca sua velocidade com maior intensidade.</font></span></li>
<li class=MsoNormal style="margin:0cm 0cm 0pt;line-height:150%;text-align:justify;tab-stops:list 36.0pt"><span><font size=2>Procure não andar com os vidros abertos quando transitar em velocidades superiores a 80 km/h; esta ação proporcionará menor arrasto aerodinâmico do veículo, diminuindo sua perda de velocidade.</font></span></li>
<li class=MsoNormal style="margin:0cm 0cm 0pt;line-height:150%;text-align:justify;tab-stops:list 36.0pt"><span><font size=2>Procure reduzir o uso do ar condicionado, deixando para ligá-lo apenas nas horas mais quentes do dia. </font></span></li>
<li class=MsoNormal style="margin:0cm 0cm 0pt;line-height:150%;text-align:justify;tab-stops:list 36.0pt"><span><font size=2>Procure eliminar cargas desnecessárias no interior do veículo: quanto maior o peso no interior, maior o consumo.</font></span></li>
<li class=MsoNormal style="margin:0cm 0cm 0pt;line-height:150%;text-align:justify;tab-stops:list 36.0pt"><span><font size=2>Procure aproveitar ao máximo a energia cinética (velocidade) do veículo, evitando utilizar os freios bruscamente.</font></span></li>
<li class=MsoNormal style="margin:0cm 0cm 0pt;line-height:150%;text-align:justify;tab-stops:list 36.0pt"><span><font size=2>Arranque suavemente. Os momentos de maior consumo são aqueles quando o veículo é colocado em movimento, onde se consome muito combustível para tirá-lo do repouso (inércia). Desta maneira, quanto mais suave, mais econômica será a partida.</font></span></li>
<li class=MsoNormal style="margin:0cm 0cm 0pt;line-height:150%;text-align:justify;tab-stops:list 36.0pt"><span><font size=2>Procure desligar o veículo em paradas prolongadas.</font></span></li>
<li class=MsoNormal style="margin:0cm 0cm 0pt;line-height:150%;text-align:justify;tab-stops:list 36.0pt"><span><font size=2>Troque de marcha sempre dentro da rotação indicada pelo fabricante – geralmente entre 2.500 e 2.800 rpm.</font></span></li>
<li class=MsoNormal style="margin:0cm 0cm 0pt;line-height:150%;text-align:justify;tab-stops:list 36.0pt"><span><font size=2>Não conduza o veículo desengrenado em declives acentuados. Os veículos com injeção eletrônica de combustível possuem um dispositivo chamado <i>cut-off</i>, onde o consumo é totalmente interrompido quando o veículo encontra-se engrenado e com o acelerador na posição de repouso. Caso o veículo desça “na banguela” haverá consumo para manter o motor em marcha lenta.</font></span></li>
<li class=MsoNormal style="margin:0cm 0cm 0pt;line-height:150%;text-align:justify;tab-stops:list 36.0pt"><span><font size=2>Esteja atento para a manutenção do veículo. Filtros de ar e combustível obstruídos, válvulas injetoras sujas, velas de ignição desgastadas e defeitos nos sensores e atuadores da injeção eletrônica poderão aumentar consideravelmente o consumo.</font></span></li>
<li class=MsoNormal style="margin:0cm 0cm 0pt;line-height:150%;text-align:justify;tab-stops:list 36.0pt"><span><font size=2>Verifique o estado do catalisador do sistema de exaustão. Este componente é muito importante para a redução das emissões, pois, quando obstruído, reduz a eficiência do motor, aumentando o consumo de combustível.</font></span></li>
<li class=MsoNormal style="margin:0cm 0cm 0pt;line-height:150%;text-align:justify;tab-stops:list 36.0pt"><span><font size=2>Troque o óleo e faça revisão no sistema de arrefecimento, pois isto faz com que a vida útil do motor seja prolongada.</font></span></li>
<li class=MsoNormal style="margin:0cm 0cm 0pt;line-height:150%;text-align:justify;tab-stops:list 36.0pt"><span><font size=2>Procure abastecer em postos de confiança e confira sempre a lista dos fornecedores fraudulentos no site da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis – www.anp.gov.br.</font></span></li>
<li class=MsoNormal style="margin:0cm 0cm 0pt;line-height:150%;text-align:justify;tab-stops:list 36.0pt"><span><font size=2>Não jogue lixo pela janela, isto não reduz o consumo de combustível, mas o meio ambiente agradece!</font></span></li></ul>
<p class=MsoNormal style="margin:0cm 0cm 0pt"><font size=2>Procure atuar junto ao poder público e às empresas, no sentido de exigir a implantação de medidas para o controle da poluição, como: </font></p>
<ul>
<ul>
<li><font size=2>Melhorar o transporte coletivo</font></li>
<li><font size=2>Construir ciclovias</font></li>
<li><font size=2>Conservar as áreas verdes</font></li>
<li><font size=2>Implantar sistemas de controle e fiscalização para reduzir as emissões de gases dos veículos e chaminés das indústrias</font></li>
<li><font size=2>Substituir o uso de combustíveis fósseis por outros de fontes renováveis</font></li>
<li><font size=2>Estimular e viabilizar o uso de meios de transporte menos poluidores</font></li>
<li><font size=2>Desenvolver novas tecnologias para geração de energia limpa etc.</font></li></ul></ul>
<p><font size=2></font></p>
<ul type=square>
<li><font size=2>Incentive as empresas de transporte a participar do Programa Ambiental do Transporte – DESPOLUIR.</font></li>
<li><font size=2>Se você presenciar uma queimada ou um outro crime ambiental, comunique ao <b>0800 ambiental da CNT (0800 728 2891).</b></font></li></ul>
<p><font size=2>Confira também as </font><a href="http://www.cnt.org.br/portal/webCNT/page.aspx?p=ac504c2a-2482-4538-952e-bf3c2b34346e" target="_blank"><font size=2>Dicas de Trânsito </font></a><font size=2>no site da CNT.</font></p></div>
]]></description>
      <author>Ednaldo Junior</author>
      <pubDate>Tue, 27 Nov 2007 23:10:51 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.cntdespoluir.org.br/Lists/Contedos/DispForm.aspx?ID=14</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Célula-combustível eficiente é inspirada em pulmão</title>
      <link>http://www.cntdespoluir.org.br/Lists/Contedos/DispForm.aspx?ID=2676</link>
      <description><![CDATA[<div><b>Conteúdo:</b> <div class=ExternalClassB4E6447FBA5F4DD0B72A9C23E3511CB3>
<div><font size=2>Uma célula de combustível de hidrogênio inspirada no pulmão pode diminuir a quantidade do caro catalisador necessário e aumentar sua eficiência, afirmam seus inventores.</font></div>
<div><br><font size=2>Apesar de décadas de pesquisa, as células de hidrogênio falharam em substituir os mecanismos à combustão em automóveis, em grande parte devido ao custo de seus catalisadores de platina, segundo Signe Kjelstrup, da Academia de Ciências e Letras da Noruega, em Oslo.</font></div>
<div><br><font size=2>Assim, a equipe de Kjelstrup desenvolveu uma célula que utiliza menos platina. Ela usa canais modelados com a estrutura de brônquios dos pulmões para fornecer hidrogênio e oxigênio aos seus respectivos eletrodos.</font></div>
<div><br><font size=2>Isto ajuda a espalhar os gases mais uniformemente pelo catalisador que com os canais anteriormente projetados, e fornece uma maior área de superfície de modo que menos platina é necessária, explica Kjelstrup.</font></div>
<div><br><font size=2>O estudo foi publicado na revista “Energy &amp; Fuels”.</font></div></div></div>
<div><b>Data:</b> 25/8/2010</div>
]]></description>
      <author>Sueli Montenegro</author>
      <pubDate>Wed, 25 Aug 2010 14:21:22 GMT</pubDate>
      <guid isPermaLink="true">http://www.cntdespoluir.org.br/Lists/Contedos/DispForm.aspx?ID=2676</guid>
    </item>
  </channel>
</rss>